7 Tendências em RH para 2019

O início do ano é uma oportunidade única para as empresas analisarem os seus resultados e realizarem ajustes para planear novos objetivos.

1 de Junho de 2019

Para isso, acompanhar as principais tendências do mercado, resulta num aspeto fundamental para todas aquelas organizações que querem estar na vanguarda.

Neste contexto, a Meta4, líder mundial de soluções tecnológicas para a gestão e desenvolvimento do capital humano, proporciona sete tendências em Recursos Humanos, para todas as empresas que têm previsto lançar projetos relacionados com a gestão de talentos das suas organizações. Estas tendências estão enquadradas dentro de duas linhas principais de ação: Digitalização e Automatização, aspetos que se configuram como imparáveis, tanto a nível profissional como pessoal, e a Humanização, representados pelo aparecimento das chamadas “soft skills”


Digitalização e Automatização

1. Assistentes virtuais: dedicados a automatizar o serviço de atendimento ao funcionário. Embora os “bots” de ajuda através de chat ou voz sejam os mais populares, estão, também, a começar a surgir verdadeiras representações virtuais robóticas ou holográficas. Com os assistentes virtuais, a RH obtém um duplo benefício: por um lado, economiza custos com o pessoal e, por outro, permite responder de forma mais rápida e personalizada às necessidades dos funcionários em qualquer momento e a partir de qualquer lugar.

2. Aplicações de serviços para funcionários: Servem para dar resposta às múltiplas necessidades dos funcionários, como a gestão dos seus benefícios, aspetos relacionados com a saúde e bem-estar, os meios de transporte, etc. Ao facilitar a comunicação interna, estas aplicações contribuem para melhorar o nível de compromisso da organização. 

3. Plataformas RPA: estas plataformas “Robot Process Automation” ou Automatização Robótica de Processos, estão a ser uma das revoluções mais marcantes naquilo que diz respeito à digitalização dos RH. A utilização de robôs para a gestão de processos administrativos, como a gestão de registos de funcionários, as cargas de dados ou os comunicados e alerta, representa uma grande economia de tempo e custos para as organizações. 

4. Big Data e Machine Learning: são muitas as organizações que já incorporaram a inteligência dos “dedos” nos seus processos de RH. Por exemplo, no âmbito da seleção, graças a estas novas tecnologias, é possível definir “perfis ótimos de recrutamento”, projetar “modelos de absentismo”, “modelos de adaptação pessoa-lugar”, etc. Tudo isto com o objetivo de antecipar a fuga de talento e, assim, poder estabelecer medidas para manter os melhores profissionais.


Humanização

Diante do forte aparecimento da tecnologia, os seres humanos procuram potencializar capacidades que lhes permitem diferenciar-se das máquinas para não perderam a identidade. Neste sentido, a Meta4 destaca três tendências adicionais relativamente à necessidade de humanizar as organizações: 

5. Soft Skills:  As denominadas de “soft skills”, como liderança, comunicação, colaboração ou gestão de tempo, estão a ser configuradas como aspetos-chave que as organizações devem desenvolver. Apesar da sua grande importância, estas habilidades próprias do ser humano são muito complicadas de automatizar e muitas das empresas não possuem uma cultura preparada para as desenvolver. 

6. Centricidade do funcionário: No atual contexto digital, as organizações aperceberam-se de que os seus profissionais são uma peça fundamental e central para se conseguirem adaptar às imposições dos clientes cada vez mais exigentes. Por este motivo, a “experiência do funcionário” configurou-se como uma das principais prioridades dos RH nos últimos tempos, procurando oferecer as respostas mais adequadas às suas necessidades, com o intuito de melhorar a sua experiência de trabalho. 

7. Bem-estar do funcionário: Com o desenvolvimento da neurociência, dá-se cada vez mais importância à saúde física para o desenvolvimento mental e, portanto, nos dias de hoje, uma das tendências mais valorizadas no mundo do trabalho é a atenção plena do funcionário. Nesse sentido, as empresas começaram a fornecer aos seus profissionais aplicações móveis que lhes permite gerir a sua saúde e rotina desportiva, bónus para o ginásio e palestras sobre alimentação saudável, entre outras questões. 

Para Carlos Pardo, CEO da Meta4 “As novas tecnologias estão a transformar o conceito de Recursos Humanos e, embora não se saiba qual será o futuro, podemos afirmar que o digital vai adquirir um papel cada vez mais importante. Somente as organizações capazes de adaptar a digitalização às suas políticas de talento de uma forma ideal serão aquelas capazes de atingir o sucesso nos seus negócios”. 

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Revista Digital Start&Go

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